VEJA PARTE DE NOSSO CURSO DE FORNO DE MICROONDAS E ELETRÔNICA:
Podemos fazer dois tipos de teste com o magnetron desligado: a continuidade do
filamento e o curto entre o filamento e a carcaça (defeito mais comum neste tipo de
componente). A seguir vemos Como se faz cada um dos testes na escala de X1 e
X10K do multitester: |
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Meça os dois terminais do filamento. O ponteiro deve ir até o zero. Se o ponteiro não
mexer, o filamento está aberto (defeito raro). Abra a Tampa traseira do magnetron e
verifique se o fio do filamento não escapou do terminal. Se isto ocorreu, basta ressoldálo.
Agora coloque uma ponta no filamento e a outra na carcaça. O ponteiro não deve
mexer. Se o ponteiro mexer, o magnetron está em curto e deve ser trocado.
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TESTE DO TRANSISTOR IGBT
Inicialmente retiramos o transistor da placa junto com a ponte retificadora e o dissipador
onde eles estão parafusados. Use a escala de X10K. Coloque a ponta preta no coletor
(terminal central) e a vermelha no gate e no emissor. O ponteiro não deve mexer de
forma alguma. Se mexer num destes terminais, o IGBT está em curto. Veja abaixo: |
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A seguir colocamos a ponta vermelha no coletor e com preta tocamos no gate (terminal
da esquerda), o ponteiro não pode mexer e no emissor (direita) o ponteiro deve ir até o
zero. Veja o procedimento abaixo. Se o transistor passar nos dois testes, ele está bom |
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TESTE DA PONTE RETIFICADORA
Coloque o multímetro em X10K. Fixe a ponta preta no terminal (+) e encoste a vermelha
em cada terminal (~) da ponte. O ponteiro não deve mexer. Se o ponteiro mexer em
algum dos terminais, a ponte está em curto. Veja abaixo:
A seguir fixe a vermelha no terminal (-) e com a preta encoste em cada terminal (~) da
ponte. O ponteiro não pode mexer conforme visto abaixo |
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TESTE DOS DIODOS RETIFICADORES
Use a escala de X10K e meça cada diodo nos dois sentidos. O ponteiro só deve mexer
num deles. Se mexer nos dois, o diodo está em curto. Veja abaixo:
TESTE A FRIO DO TRAFO DE AT
Usando a escala de X1, meça os fios do primário (os dois mais grossos que ficam em
série com o coletor do IGBT) e os dois do secundário da alimentação de 3 V do
filamento (ficam mais próximos). Nestes dois enrolamentos devemos encontrar 0 _,
conforme visto abaixo: |
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A seguir teste o secundário de AT (2.000 V) que são os dois pinos mais afastados DO trafo. Inclusive num destes pinos sai o fio terra que deve ser parafusado na cavidade do
forno. A resistência deste enrolamento deve ficar entre 4 e 5 _. Observe abaixo
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TESTE DO TRAFO SENSOR DE CORRENTE
Usando o multímetro em X10, meça os pinos do primário e os dois pinos extremos do
secundário (o lado de três pinos). Como o primário tem uma espira só de fio grosso, a
resistência será 0 _ e no secundário devemos encontrar cerca de 40 a 50 _. Se o
ponteiro não mexer aí, o trafo está aberto e o forno desliga em 23 segundos. Veja abaixo
como deve ser feito o teste indicado: |
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REFORÇO DOS CONTATOS DOS CABOS DO MAGNETRON
Podemos ter um forno microondas inverter que funciona por 23 segundos e se desliga.
Muitas vezes o defeito se encontra no local onde o cabo do magnetron é prensado com
o conector. Ali costuma ocorrer mau contato após um tempo de uso do forno. Daí o
magnetron deixa de receber alimentação e o forno desliga após 23 segundos. A solução
neste caso é retira a capa do conector e aplicar solda no ponto indicado na foto abaixo: |
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| CURSO DE ELETRÔNICA |
USO DO MULTITESTE:
O multitester ou multímetro é o aparelho usado para medir corrente elétrica (DCmA) ou (DCA), tensão contínua (DCV), tensão alternada (ACV) e resistência elétrica (_). A função do multitester pode ser escolhida através da chave seletora localizada abaixo do painel.
Existem dois tipo de multitester: o analógico (de ponteiro) e o digital (de visor de cristal
líquido). Cada um tem sua vantagem: o analógico é melhor para testar a maioria dos componentes enquanto o digital é melhor para medir tensões e testar resistores. Abaixo vemos os dois tipos citados. |
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MULTITESTER FUNCIONANDO COMO OHMÍMETRO
Para usar a função de ohmímetro, antes temos de tomar alguns cuidados. Para testar os
componentes eletrônicos no circuito, o mesmo deve estar desligado da alimentação. Também não devemos guardar o multitester na função de ohmímetro, em nenhuma das escalas, pois isto acaba rapidamente com as pilhas e baterias. Para saber se o ohmímetro está queimado, coloque a chave em X1 ou X10 e segure nas pontas pela parte metálica. O ponteiro não deve mexer, caso contrário, a escala está queimada (resistor interno X1 geralmente usa um de 18 ohms e X10 um de 200 ohms).
1. Coloque o multitester na escala do ohmímetro apropriada ao componente (X1, X10,
X100, X1K ou X10K);
2. Zere o multitester (encoste as pontas e ajuste o potenciômetro do painel até o
ponteiro parar no zero)
3. Coloque as pontas no componente, faça a leitura na última fileira de cima do painel e
acrescente os zeros da escala que estiver a chave seletora (X1 - leitura direta, X10 -
acrescenta um zero, X100 - acrescenta dois zeros e assim por diante). Abaixo
vemos como zerar o multitester |
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TÉCNICAS DE SOLDAGEM DE COMPONENTES
Esta aula do curso é muito importante para aqueles que trabalham ou querem trabalhar com eletrônica ou mesmo para quem gosta de eletrônica por oboé. Uma boa soldagem é o primeiro passo para o perfeito funcionamento de qualquer circuito eletrônico. Atualmente os ferros de solda mais utilizados são os de 30 e os de 40 W. Abaixo vemos estes dois tipos, assim como a estrutura interna desta importante ferramenta:
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O ferro de solda ou soldador é formado por um tubo de ferro galvanizado contendo uma resistência de níquel-cromo e uma ponta metálica em seu interior. Ao passar corrente elétrica pela resistência, esta aquece a ponta até chegar numa temperatura apropriada para derreter a solda. A seguir vamos estudar os vários ítens relacionados com uma boa soldagem.Acompanhe;
LIMPEZA DO FERRO DE SOLDA
Existem muitas marcas de ferros de solda. Algumas muito boas como “Hikary”, “Weller”, “Fame”, etc e outras não tão boas. Porém qualquer que seja a marca do soldador, devemos tomar alguns cuidados para ele durar o máximo tempo possível:
Limpeza e estanhagem da ponta - Segure o ferro pelo cabo e à medida que ele vai esquentando, derreta a solda na ponta para esta ficar brilhante e da cor do estanho. A seguir vemos como deve ficar |
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Quando a ponta já está quente, vai acumulando uma crosta de sujeira. Para limpá-la basta
passar numa esponja de aço ou numa esponja vegetal úmida, daquelas que vêm no suporte
do ferro. Também é possível comprar esta esponja separada. NÃO SE DEVE NUNCA
LIXAR OU LIMAR A PONTA. ISTO ACABA RAPIDAMENTE COM A MESMA.
MANUTENÇÃO DO FERRO DE SOLDA
1 - Troca da resistência - Os ferros mais caros podem ter a resistência trocada com certa facilidade e compensa. Desparafuse e retire a ponta. Tire os parafusos do cabo e empurre o fio da resistência para dentro. Retire o “espaguete” da emenda da resistência. Não perca estes “espaguetes” já que além de isolantes elétricos, são isolantes térmicos. Coloque a nova resistência dentro do tubo metálico. Refaça a emenda do cabo de força e recoloque os “espaguetes”. Posicione a resistência até ela encostar bem perto da ponta. Recoloque os parafusos do cabo e a ponta. Abaixo vemos o procedimento: |
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SUGADORES DE SOLDA |
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Esta ferramenta é usada para retirar a solda do circuito. É formada por um tubo de metal ou plástico com um embolo impulsionado através de uma mola. Abaixo vemos diversos modelos de sugadores de solda:
Para o sugador durar o máximo de tempo possível, de vez em quando temos que desmontálo
para fazer uma limpeza interna e colocar grafite em pó para melhorar o deslizamento do
embolo. Também podemos usar uma “camisinha” para proteger o bico. A “camisinha” é um
bico de borracha resistente ao calor e adquirido nas lojas de ferramentas ou componentes
eletrônicos
USO CORRETO DO SUGADOR DE SOLDA
Abaixo vemos a sequência para aplicar o sugador de solda e retirar um componente de uma placa de circuito impresso: |
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CÓDIGO DE CORES E LEITURA DE RESISTORES
Os resistores são medidos em OHM ( _ ). Em alguns tipos este valor já vem indicado direto no corpo em forma de número. Porém a maioria usa um sistema de anéiscoloridos para indicar o valor, conforme visto abaixo: |
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Partindo desta tabela, o valor de um resistor é dado por 3 ou 4 faixas coloridas que são lidas da ponta para o centro, conforme mostra a figura da tabela acima. Vamos supor que estejamos de posse de um resistor cujas cores na ordem são: amarelo, violeta, vermelho e dourado (figura abaixo). Qual será o seu valor? A primeira e a segunda faixa fornecem os dois algarismos da resistência, ou seja:
Amarelo = 4 Violeta = 7 Formamos assim, a dezena 47.
A terceira faixa nos dá o fator de multiplicação, ou quantos zeros devemos
acrescentar ao
valor já lido.
No caso temos:
Vermelho = 00 ou x 100
Temos então 47 + 00 = 4700 ohms ou 4k7.
Tolerância significa quanto um resistor pode medir a mais ou a menos do valor real, por exemplo um resistor de 100 ohms com 5% de tolerância pode medir 95 ou 105 no multímetro.
POTÊNCIA NOMINAL DO RESISTOR
É o máximo calor que um resistor pode suportar sem queimar. A potência nominal é indicada em WATT ( W ) e depende do tamanho da peça. Os resistores de grafite e metalfilme tem potência nominal variando de 1/16 a 3 W. |
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RESISTORES NOS CIRCUITOS ELETRÔNICOS
Conforme vemos abaixo, eles são usados para diminuir ou dividir a tensão em vários
pontos do circuitos. Desempenham papel fundamental na polarização dos transistores |
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RESISTORES ESPECIAIS
Podemos dividí-los em duas categorias diferentes: Os de baixo valor (abaixo de 10 _ com a 3ª faixa dourada ou prateada) e os de precisão (com 5 ou 6 faixas no corpo). Veja abaixo:
1- Resistores de baixo valor - Observe os exemplos abaixo como se a 3ª faixa for dourada, colocamos “vírgula” entre os dois primeiros ou dividimos o valor por 10. Se for prata, dividimos o valor por 100 ou colocamos “0,” antes
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2- Resistores de precisão - Observe abaixo como a leitura começa pela faixa mais fina. As três primeiras são números e a quarta são os zeros. A quinta é a tolerância (marrom - 1%, vermelho - 2%) e a sexta é o coeficiente de temperatura (quando usada): |
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ASSOCIAÇÕES DE RESISTORES
Os resistores podem ser ligados em série, em paralelo ou de forma mista (série-paralelo) para a obtenção de um valor de resistência:
- Em série - São ligados no mesmo fio, um após o outro como visto
- 1. Em série - São ligados no mesmo fio, um após o outro como visto abaixo:
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Em paralelo - São ligados um ao lado do outro, nos mesmos pontos, como visto abaixo: |
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A corrente se divide entre eles;
b) A tensão é a mesma em todos;
c) Se os valores forem iguais, divida o valor de um deles pela quantidade e se forem diferentes, multiplique os valores e divida pela soma dos mesmos.
RESISTORES SMD
Os resistores SMD têm 1/3 do tamanho dos resistores convencionais. São soldados do lado
de baixo da placa pelo lado das trilhas, ocupando muito menos espaço. Têm o valor
marcado no corpo através de 3 números, sendo o 3° a lgarismo o número de zeros. Ex: 102
significa 1.000 _ = 1 K. Veja abaixo |
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Uma codificação que traz muitas dificuldades aos reparadores de equipamentos eletrônicos é a usada em resistores de precisão. A seguir, mostramos como ler esse código de 3 caracteres.
Código EIA-90: Essa codificação consiste num código de 3 caracteres. Os dois primeiros dígitos dão os três dígitos significativos da resistência, conforme uma tabela que deve ser consultada e que é dada a seguir. O terceiro símbolo é uma letra que indica o fator de multiplicação.
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codigo |
valor |
|
codigo |
valor |
|
codigo |
valor |
|
codigo |
valor |
|
codigo |
valor |
|
codigo |
valor |
01 |
100 |
17 |
147 |
33 |
215 |
49 |
316 |
65 |
464 |
81 |
681 |
02 |
102 |
18 |
150 |
34 |
221 |
50 |
324 |
66 |
475 |
82 |
698 |
03 |
105 |
19 |
154 |
35 |
226 |
51 |
332 |
67 |
487 |
83 |
715 |
04 |
107 |
20 |
158 |
36 |
232 |
52 |
340 |
68 |
499 |
84 |
732 |
05 |
110 |
21 |
162 |
37 |
237 |
53 |
348 |
69 |
511 |
85 |
750 |
06 |
113 |
22 |
165 |
38 |
243 |
54 |
357 |
70 |
523 |
86 |
768 |
07 |
115 |
23 |
169 |
39 |
249 |
55 |
365 |
71 |
536 |
87 |
787 |
08 |
118 |
24 |
174 |
40 |
255 |
56 |
374 |
72 |
549 |
88 |
806 |
09 |
121 |
25 |
178 |
41 |
261 |
57 |
383 |
73 |
562 |
89 |
825 |
10 |
124 |
26 |
182 |
42 |
237 |
58 |
392 |
74 |
576 |
90 |
845 |
11 |
127 |
27 |
187 |
43 |
274 |
59 |
402 |
75 |
590 |
91 |
866 |
12 |
130 |
28 |
191 |
44 |
280 |
60 |
412 |
76 |
604 |
92 |
887 |
13 |
133 |
29 |
196 |
45 |
287 |
61 |
422 |
77 |
619 |
93 |
909 |
14 |
137 |
30 |
200 |
46 |
294 |
62 |
432 |
78 |
634 |
94 |
931 |
15 |
140 |
31 |
205 |
47 |
301 |
63 |
442 |
79 |
649 |
95 |
953 |
16 |
143 |
32 |
210 |
48 |
309 |
64 |
453 |
80 |
665 |
96 |
976 |
As letras para o fator de multiplicação são dadas pela seguinte tabela:
letra |
multiplicador |
|
letra |
multiplicador |
F |
100000 |
B |
10 |
E |
10000 |
A |
1 |
D |
1000 |
X or S |
0.1 |
C |
100 |
Y or R |
0.01 |
Exemplos: 22 A = 165 ohms
68C = 49 900 ohms (49,9 k)
43E = 2740000 (2,74 M). .
2% |
|
5% |
codigo |
valor |
|
codigo |
valor |
codigo |
valor |
|
codigo |
valor |
01 |
100 |
13 |
330 |
25 |
100 |
37 |
330 |
02 |
110 |
14 |
360 |
26 |
110 |
38 |
360 |
03 |
120 |
15 |
390 |
27 |
120 |
39 |
390 |
04 |
130 |
16 |
430 |
28 |
130 |
40 |
430 |
05 |
150 |
17 |
470 |
29 |
150 |
41 |
470 |
06 |
160 |
18 |
510 |
30 |
160 |
42 |
510 |
07 |
180 |
19 |
560 |
31 |
180 |
43 |
560 |
08 |
200 |
20 |
620 |
32 |
200 |
44 |
620 |
09 |
220 |
21 |
680 |
33 |
220 |
45 |
680 |
10 |
240 |
22 |
750 |
34 |
240 |
46 |
750 |
11 |
270 |
23 |
820 |
35 |
270 |
47 |
820 |
12 |
300 |
24 |
910 |
36 |
300 |
48 |
910 |
Exemplos: C31 = 18000 ohms 5%
D18 = 510 000 ohms 2%.
Os resistores para montagem em superfície (SM em inglês Surface Mounting), têm uma codificação que pode ser de três ou quatro caracteres. Os resistores SMD com três caracteres, figura 1, são os mais utilizados em equipamentos eletrônicos

Figura 1 - Resistor SMD de 1k.
No código de 3 dígitos, os dois primeiros números indicam os dígitos mais significativos do resistor SMD, já o último dígito indica o fator de multiplicação neste caso 100, então para o resistor da figura 1, tem-se uma resistência de 1000 ohms.
Tabela de Resistor SMD
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dígito 1 = 1
dígito 2 = 2
dígito 3 = Multiplicador
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12*100: 1200 ohms = 1K2 |
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dígito 1 = 1
dígito 2 = ponto
dígito 3 = 6 |
1.6 ohms |
 |
dígito 1 = ponto
dígito 2 = 2
dígito 3 = 2 |
0.22 ohms |
Tabela 1 - Exemplos de codificação.
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